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HIPNOSE MÉDICA

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HIPNOSIS MEDICA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hipnose - Meditação - Yoga Nidra

 

 

HIPNOSE MÉDICA

 

Dr. Alcimar José Vidolin

 

"Ensinar Hipnose a alguém é levar essa pessoa às portas de um sono mágico... onde este mundo se desfaz... onde ciência e encantamento se confundem... fundindo-se em luz, e possibilidades..."

Hipnose MédicaO Médico

O Dr. Alcimar José Vidolin é um jovem e brilhante médico, que com apenas 34 anos de idade vem se destacando como um grande expoente do estudo e prática da Hipnose Médica em nosso meio.
À semelhança dos visionários em outras áreas, vem cristalizando sua ciência e sua arte em realizações de valor extraordinário.


Tornou-se Médico no ano de 1997, graduado pela Universidade Federal do Paraná, onde se fez herdeiro de uma tradição antiga como a humanidade, sucessor do conhecimento e atribuições de homens especiais, estudiosos da Natureza e do Homem.

Desenvolveu seus estudos iniciais em Hipnose junto à SOHIPAR – Sociedade de Hipnologia do Paraná, dotando-se de poderosa ferramenta terapêutica em benefício de seus pacientes.

Nos anos de prática clínica, dedicou-se à Terapia Intensiva (UTI), Medicina de Urgência em Pronto-Socorro e Clínica Geral em consultório, restabelecendo onde era possível, ou então levando alívio. Tendo presenciado os mais intensos momentos, os grandes fatos da vida, e tomado parte como pilar, como suporte. Aprendendo ética, terapêutica e humanidade em uma daquelas jornadas que enche de poder, de autoridade, as palavras de um homem. Nos dizeres do próprio Hipnólogo: “Todo médico já faz Hipnose, mesmo antes de aprender os refinamentos da técnica”.

 

Você possui recursos que desconhece. Acesse!

 

Conheça a Hipnose

  • O link abaixo corresponde ao exercício de Auto-Hipnose intitulado "Nuvem".
  • É um áudio de 6 minutos de duração que oferece a você a oportunidade de experimentar o bem-estar do Estado Hipnótico.

    Surpreenda-se agradavelmente!

    Inicie a Auto-Hipnose

     

  • Link para o texto completo do Parecer do Conselho Federal de Medicina, de 1999, que enaltece a Hipnose como "Valiosa prática médica, subsidiária de diagnóstico e tratamento..."
  •  

  • Breve e esclarecedor texto introdutório à Hipnose, pelo Dr. Alcimar José Vidolin
  •  

  • Vídeo demonstrativo
  • de um método de indução de Hipnose, com 10 minutos de duração.

    Utilize a Hipnose

    Hipnose - Alterando e Desenvolvendo a Consciência

    Hipnose

    Hipnose para o Alívio da Dor

    Hipnose para o Alívio da Dor

    Hipnose para Dormir Melhor

    Hipnose para Dormir Melhor

    Livre do Cigarro com o Auxílio da Hipnose

    Hipnose para Perder o Medo de Voar

    O Jardim

    A Conselheira

    O Homem-Elástico

    Meditação - ou O Sono do Xamã

    Metamorfoses - Workshop de Aprimoramento Pessoal

    Áudios de Auto-Hipnose Personalizados

    Atendimento Clínico com Hipnose

    Contato

     

     

     

     

    PARTE I

    O que é a Hipnose Médica?


    A Hipnose Médica é a ciência que estuda os efeitos das sugestões e a obtenção e a utilização de um fenômeno real e fascinante, para o qual ainda não existem explicações satisfatórias: o Transe Hipnótico.
    O Transe Hipnótico é uma alteração no estado de consciência relacionado a grande relaxamento muscular e bem-estar, e caracterizado pelo aparecimento espontâneo ou sugerido de diversos fenômenos que serão estudados detalhadamente nas páginas seguintes.
    Há todo um conjunto de técnicas desenvolvidas para levar o paciente a experimentar tal estado especial, entre elas:
    Fixação do olhar
    Sugestões verbais
    Indução de relaxamento ou visualizações
    Foco concentrado de atenção, geralmente interiorizado
    Estímulos de qualquer natureza, desde que repetitivos, rítmicos, débeis e monótonos
    Aparelhos eletrônicos que estimulam a produção de ondas cerebrais alfa

    Definições propostas:

    "As sugestões - verbais, não verbais, de contexto, arquetípicas, sociais, antropológicas, históricas e muitas outras... - podem modular a Percepção (as informações sensoriais), a Memória, o Processamento das Informações e a Resposta (comportamentos, crenças, fisiologia pelo Sist. Nervoso Autônomo) na mente humana.
    A Hipnose é a Ciência que estuda este fenômeno amplo e universal, e da qual derivam abordagens técnicas de finalidades as mais variadas."

    "Indução Hipnótica é um procedimento (de qualquer natureza) que amplifique a responsividade (susceptibilidade) do indivíduo à sugestão."

    "Transe Hipnótico é uma condição transitória do indivíduo (estado) onde a responsividade à sugestão está aumentada - artificialmente por Indução Hipnótica, ou desencadeado por fator sócio-ambiental de ocorrência não intencional. Manifesta-se em diferentes apresentações (ergotropa, trofotropa, catártico) e há escalas que classificam em "níveis de profundidade" conforme a responsividade à fenomenologia hipnótica. Difere qualitativamente de outros Transes - Meditativo, Auto-Hipnótico, Conversivo - pelo fenômeno de rapport com um operador, entre outros aspectos em estudo."

    Transe Hipnótico Não É Inconsciência

    Embora durante a indução hipnótica freqüentemente se utilizem expressões como durma e sono, tal é feito porque tais palavras criam a disposição correta para o aparecimento do transe. Não correspondem, em absoluto, à realidade.
    Traçados eletroencefalográficos de pacientes em transe, mesmo profundo, aparentemente adormecidos, revelam ondas alfa características do estado de vigília em relaxamento. O paciente em transe percebe claramente o que ocorre à sua volta.
    A parte mais importante da indução hipnótica se denomina rapport, que pode ser definido como uma relação de confiança e cooperação entre o hipnólogo e o paciente. Qualquer violação desta relação com sugestões ofensivas à integridade do paciente resultaria em interrupção imediata e voluntária do estado de transe por parte do mesmo. Infundado, portanto, o temor de revelar segredos contra a vontade ou praticar atos indesejados. Da mesma forma, a crença de que se pode morrer em transe ou não mais acordar é meramente folclórica e não corresponde à realidade. Um paciente “esquecido” pelo hipnólogo sairia espontaneamente do transe ou passaria deste para sono fisiológico em poucos minutos.

    Hipnose É Um Treinamento

    Na verdade o paciente não é propriamente hipnotizado, mas antes ensinado a desenvolver o estado de transe hipnótico. Tal só poderá ser realizado com seu consentimento e participação ativa e interessada nos exercícios propostos.
    A velocidade do aprendizado e os fenômenos que podem ou não ser desencadeados variam de pessoa para pessoa. O treinamento é composto de uma série de exercícios que vão aperfeiçoando a capacidade do indivíduo de aprofundar a sua experiência hipnótica.

    Todos Podem Aprender Hipnose

    O único pré-requisito para aprender hipnose é ser capaz de entender a palavra falada.
    Ao contrário do que muitos pensam, quanto mais inteligente e imaginativa a pessoa, de um modo geral maior a sua facilidade para entrar em transe. Não há distinção de origem étnica, sexo, grau de instrução, idade e posição social
    Crianças são especialmente suscetíveis à hipnose e os pais podem ser ensinados a utilizar técnicas de comunicação baseadas em sugestões hipnóticas para produzir grandes resultados.
    A hipnose não tem contra-indicações.

    Um Breve Histórico Da Hipnose

    A hipnose é um fenômeno universal, e há evidências de que civilizações antigas, como os gregos e egípcios, já fizessem uso da prática de fazer adormecer para curar, mas formalmente consideramos Mesmer o seu precursor.

    Franz Anton Mesmer (1734-1815) e o magnetismo animal
    Médico que conseguiu notoriedade na Europa ao induzir convulsões e produzir curas ao “magnetizar” seus pacientes através de passes magnéticos realizados com a imposição de mãos ou uso de imãs. Desenvolveu aparelhos para tal fim (“baquets”, ou tinas com limalha de ferro) e chegou mesmo a “magnetizar” uma árvore de seu jardim para que quem a tocasse fosse curado.
    Personalidade controversa, recebeu muitas críticas aos seus métodos e teorias e, curiosamente, poucas aos seus resultados, que eram impressionantes e inquestionáveis. Uma comissão de cientistas da época, da qual fazia parte Benjamim Franklin, foi nomeada pelo rei da França para estudar a veracidade dos fatos. Tal comissão reproduziu os fenômenos usando pedaços de madeira ao invés de magnetos, daí concluindo que o magnetismo animal não existia e os efeitos eram apenas “imaginação” dos pacientes.

    Abade Faria (1766-1819)
    Padre português que explicava o transe pela concentração, e não pelo magnetismo.
    Observou sabiamente: “Parece que os homens podem ser encantados para a doença e encantados para a saúde”. Produziu curas magníficas e alcançou grande renome.

    James Braid (1795-1860)
    Oculista inglês que se deparou acidentalmente com o transe ao pedir que um paciente fixasse o olhar em um ponto durante o exame oftalmológico. Foi o idealizador do termo “hipnose”.

    Ainda no século XIX, destacaram-se Liébault e Bernheim (Escola de Nancy) na França, que hipnotizaram milhares de pacientes e desenvolveram técnicas empregadas até nossos dias. Destacou-se também Charcot, embora suas pesquisas se limitassem a pacientes histéricos.
    O entusiasmo com as técnicas psicoterápicas de Freud e a anestesia química foram os principais responsáveis pela diminuição passageira do interesse popular e acadêmico pela hipnose, sendo que por décadas ela foi relegada a espetáculo circense por uns e desacreditada por outros.
    Nos últimos anos, principalmente graças aos resultados excepcionais e o reconhecimento alcançado pelo médico americano Milton Erickson (1901-1980), a hipnose vem sendo difundida e aplicada na prática clínica de médicos, dentistas e psicólogos.

    Fenômenos

    O estado de transe é caracterizado pelo aparecimento de certos fenômenos, que podem ser espontâneos ou provocados por sugestões. Uma maneira de entender a hipnose é pensar nela como um amplificador de eventos que podem ocorrer mesmo quando estamos acordados. Muitas das funções do nosso organismo são reguladas pelo Sistema Nervoso Autônomo, o qual não responde aos comandos de nossa vontade, mas responde prontamente às nossas emoções e imaginação. A expectativa de se alimentar com alimentos saborosos desencadeia salivação e produção de suco gástrico. Pensar em situações agradáveis e paisagens repousantes pode diminuir a pressão arterial e a freqüência cardíaca.
    Em transe, é possível criar situações imaginárias por vezes tão vívidas quanto as reais (visualização cênica) a partir de dados de memória – cor, peso, forma, gosto – a qual está extraordinariamente aumentada (hipermnésia).
    Pode ser desenvolvida anestesia e analgesia de determinada região do corpo, podendo até mesmo serem realizados procedimentos cirúrgicos.
    Catalepsia é a sensação de peso e imobilidade que caracteriza todos os estágios do transe.
    Signo-sinal ou sinal hipnógeno é um recurso através do qual um certo sinal (toque, palavra, etc.) pode levar o paciente já treinado a transe de maneira rápida.
    Da mesma forma que muitas vezes esquecemos os sonhos, nomes ou datas, a amnésia pode ocorrer para os eventos do período hipnótico.
    A sensação de tempo, que já é subjetiva quando estamos acordados, pode ser afetada com hipnose, caracterizando a distorção do tempo.
    Muitas vezes procuramos, sem encontrar, um objeto que se encontrava bem à nossa frente; ou interpretamos sombras como presenças; ou ainda percebemos palavras no vento que sopra na janela. Em transe hipnótico podem ser provocadas alucinações que podem ser positivas quando o paciente percebe como real algo que está em sua imaginação. Quando o paciente se torna indiferente a certo estímulo, diz-se que há alucinação negativa.
    Sugestão pós-hipnótica é quando se condiciona o paciente a responder de uma maneira predeterminada e inconsciente a um certo estímulo.
    Associada à hipermnésia ocorre a regressão de memória (idade), na qual o paciente revive situações e/ou comportamentos passados, às vezes do tempo de infância, vida intra-uterina, ou, ainda, narra experiências que correspondem a lembranças de vidas passadas.
    O transe hipnótico também seria, especula-se, um facilitador dos eventos de percepção extra-sensorial.
    Os fenômenos mencionados acima são recursos que o hipnólogo pode usar com objetivos experimentais ou terapêuticos.

    PARTE II


    Aplicações da Hipnose Médica


    Tratamento de Doenças Orgânicas e Funcionais

    Há um número muito grande de doenças em que não existe lesão ou comprometimento da estrutura de determinado órgão. Estas doenças são conhecidas como doenças funcionais, e nesse grupo de patologias a hipnose obtém excelentes resultados.
    Como exemplos de disfunções podemos mencionar:


    Neurológicas: enxaquecas e outras cefaléias crônicas; certas tonturas e vertigens; zumbidos (tinnitus);
    Sistema digestivo: gastrites; dispepsias; obstipações; certas diarréias crônicas (síndrome do cólon irritável); halitose;
    Aparelho respiratório: asma; rinites alérgicas; roncos e apnéia do sono;
    Aparelho genitourinário: enurese noturna; incontinência urinária; disúria funcional; dismenorréia; tensão pré-menstrual.
    Disfunções sexuais: impotência psicológica; frigidez e vaginismo; ejaculação precoce; diminuição do libido;
    Sistema tegumentar (pele): urticária e outras alergias; doenças de pele associadas a fatores emocionais;
    Aparelho cardiovascular: Hipertensão arterial essencial, certas arritmias cardíacas.

    Em todas as outras doenças, a hipnose também é indicada, podendo auxiliar no manejo dos sintomas desagradáveis ou ainda potencializando os recursos de cura do próprio paciente. Sabe-se hoje da íntima relação do sistema imunológico e fatores emocionais. A prática da hipnose pode predispor o organismo como um todo para a cura ou manutenção da saúde.
    Obviamente não se indica a hipnose como tratamento isolado ou principal para doenças graves como o câncer. O paciente portador de câncer, entretanto, que receber treinamento em hipnose, pode precisar de menores doses de medicação analgésica, controlar melhor os efeitos adversos do tratamento quimio e radioterápico, ter melhor apetite e disposição geral, além de uma postura mais positiva frente à doença e seu tratamento.

    Distúrbios Psicológicos
    Ansiedade, Pânico, Fobias, Depressão e Outros

    O sofrimento psicológico pode ser tão ou mais intenso e incapacitante quanto dor física.
    As atuais técnicas psicoterápicas são relativamente ineficazes e por vezes muito demoradas.A medicação, por outro lado, é inespecífica e freqüentemente associada a efeitos secundários desagradáveis.
    A Hipnose pode ajudar a aliviar os sintomas e trazer serenidade, ao capacitar a pessoa a apresentar respostas mais saudáveis aos estímulos do meio, à sua própria história pessoal e às suas emoções.

    Hipnose para Correção de Hábitos e Vícios

    É natural o desejo humano de construir o mundo que o cerca através de suas próprias decisões. Muitas pessoas se acham aprisionadas por traços de personalidade indesejáveis ou vícios como o jogo, o etilismo, o tabagismo e a drogadição.
    A hipnose pode ajudar tais pessoas a expandirem o controle sobre suas vidas, devolvendo-lhes o poder de optar livremente, sem automatismos e a repetição de velhos hábitos nocivos.

    Hipnose e o Tratamento da Obesidade

    Não se perde peso da noite para o dia. Pela menos não sem impor riscos e agredir o organismo com cirurgias desnecessárias, dietas rigorosas e prejudiciais ou medicamentos perigosos. E mesmo assim tais resultados raramente são duradouros.
    As diferenças entre uma pessoa obesa e uma magra vão muito além do que a balança e o espelho registram.
    O tratamento baseado em hipnose propõe uma reestruturação da personalidade, na qual magreza e elegância acompanham mudanças profundas e definitivas na relação do indivíduo com o mundo.

    Hipnose e a Prática Desportiva

    Aprender hipnose pode ajudar o atleta a desenvolver uma atitude mais positiva e confiante em competições.
    É possível aumentar a resistência física e psicológica ao esforço e estimular disciplina e motivação para o treinamento.

    Analgesia de Dores Agudas e Crônicas

    Toda dor tem dois componentes: um físico, devido à lesão tecidual, e um psicológico, que amplifica a percepção desta dor.
    O emprego de técnicas hipnóticas pode desligar definitivamente o componente psicológico da dor, diminuindo por si só grandemente a necessidade de analgésicos.
    Excelentes resultados podem ser conseguidos também com o componente físico da dor, porém aí são freqüentemente necessárias sessões repetidas ou a prática de auto-hipnose.
    Lombalgias e outras dores de coluna, LER/DORT e fibromialgia, dor pélvica crônica e outras síndromes dolorosas respondem muito bem à hipnose.

    Anestesia para Procedimentos Cirúrgicos

    Na literatura médica há muitos relatos de cirurgias de grande porte realizadas com anestesia puramente hipnótica. Em nosso meio tais estudos estão se iniciando, e várias pequenas cirurgias já foram realizadas tendo a hipnose como método único de anestesia.
    Mesmo nas ocasiões em que a anestesia química é empregada, o uso de hipnose diminui consideravelmente a quantidade de medicamentos empregados.
    Embora seja ainda um método experimental que não substitui a anestesia convencional, há evidências de que é uma ótima alternativa para pacientes que por quaisquer motivos não podem submeter-se a anestesia por drogas.

    Hipnose em Obstetrícia

    A obstetrícia é a área da medicina em que a hipnose se encontra mais difundida, devido aos seus resultados impressionantes.
    Gestação e parto são fisiológicos e naturais, e a hipnose pode ajudar:
    A aliviar a hiperemese gravídica (vômitos da gravidez), dores lombares e urgência miccional
    Disciplinar a alimentação da gestante, evitando ganho excessivo de peso
    Profilaxia da DHEG (doença hipertensiva específica da gestação)
    Durante o parto pode promover analgesia, relaxamento muscular e tranqüilidade (parto sem dor)
    A diminuir a incidência de distócias e outras complicações
    Profilaxia da depressão pós-parto e estimulação da lactação.

    Preparação para Vestibular e Outros Concursos

    A Hipnose pode alavancar o progresso nos estudos e aumentar a chance de aprovação em concursos.
    É possível:
    expandir a capacidade de memorização
    auxiliar a estabelecer maior disciplina na rotina de estudos
    motivar
    desenvolver serenidade, fundamental para o bom desempenho em provas.

    Relaxamento e Redução de Stress

    Estamos cercados por perigos reais e sobrecarregados com as exigências da vida nas cidades. As preocupações profissionais invadem e destroem os momentos de lazer e intimidade com a família.
    Vive-se constantemente em prontidão, preparados para “lutar ou fugir”, o que resulta numa hiperatividade crônica do sistema nervoso autônomo simpático e em muitos efeitos nocivos ao organismo.
    Hipnose e o aprendizado da auto-hipnose podem ser mecanismos para restaurar a harmonia e o bem-estar.

    Hipnose e Insônia

    O sono tem uma arquitetura toda especial, e é constituído de diversas fases, essenciais para a recuperação das funções mentais e do organismo como um todo.
    Os medicamentos para dormir afetam esta arquitetura e diminuem a qualidade do sono.
    A aplicação de técnicas hipnóticas é realmente efetiva no combate à insônia.

    Auto-Hipnose

    A auto-hipnose é uma habilidade extremamente útil para a promoção de saúde e bem-estar.
    A melhor maneira de aprender a entrar em transe hipnótico é receber treinamento por um hipnólogo.
    Via de regra, ensinar auto-hipnose é o último passo de todo tratamento com hipnose, dotando o paciente de um recurso valioso na busca de seu próprio aprimoramento pessoal.

    Hipnose e Desenvolvimento Pessoal

    É uma ambição universal querer ser uma pessoa melhor. Aprender coisas novas, ter versatilidade e fazer cada vez melhor o que já se faz bem.
    Através da prática da hipnose é possível suprir deficiências ou estimular traços de personalidade desejáveis, como a autoconfiança e a liderança.
    Aprender hipnose é uma atitude positiva para quem quer falar melhor em público, vencer a timidez, progredir nas relações pessoais e de trabalho ou superar suas limitações quaisquer que sejam.

    Hipnose, Misticismo e Parapsicologia

    As possibilidades da percepção humana vão muito além do já explorado.
    Em raras sessões de hipnose é possível observar fenômenos que são da alçada de outra ciência: a parapsicologia.
    Tais fenômenos podem ser provocados e treinados por sugestão ou podem aparecer espontaneamente.
    Muitos pacientes experimentam a sensação de flutuar fora do próprio corpo e poderem se deslocar a outros lugares. Outros afirmam saber o que ocorre à distância.
    Um fenômeno especialmente freqüente é a lembrança de acontecimentos que teriam acontecido em outras vidas. Esta seja talvez a área mais controversa da hipnose, e os estudiosos estão longe de um consenso.
    É fato que no transe hipnótico a imaginação está excepcionalmente ativa, e que pode se tornar impossível separar eventos fantasiosos dos reais. É opinião pessoal do autor que a maior parte dessas lembranças, em especial aquelas evocadas em sessões de Terapia de Vidas Passadas (TVP) são na verdade a resposta da mente inconsciente do paciente às suas próprias crenças e às expectativas do terapeuta.
    Vez por outra, entretanto, o paciente narra eventos com datas, lugares e acontecimentos que teriam acontecido num passado não muito distante e cuja verificação com documentos e testemunhos é possível. É uma situação realmente desconcertante. Existem evidências de que a vida atual do paciente seria influenciada pelo que aconteceu na vida anterior, e que problemas e doenças poderiam ter sua origem em encarnações passadas.
    Ainda desafiam a neurofisiologia as lembranças relatadas de períodos muito precoces da infância e da vida intrauterina, quando se acredita que o sistema nervoso ainda não está suficientemente maduro para reter memórias.
    A hipnose, em última análise, é um instrumento de estudo da mente humana capaz de suscitar respostas impressionantes e ainda há muito a ser explicado.

    Parte III


    Hipnose é Tratamento Médico

    A legislação brasileira faculta o uso da hipnose a médicos, odontólogos e psicólogos, a cada qual em sua área específica de atuação.
    Também outros profissionais da área de saúde poderiam beneficiar seus pacientes aprendendo e utilizando técnicas de hipnose, como fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, enfermeiros e professores em geral.
    Imprescindível, porém, que como todo e qualquer tratamento, ele tenha indicação precisa a partir de um diagnóstico. O único profissional que tem os conhecimentos necessários para fazer qualquer diagnóstico é o médico.
    A hipnose não é uma panacéia, mas antes uma das ferramentas à disposição dos médicos para cura ou alívio dos males. Existem doenças graves cujo tratamento deve ser baseado em medicamentos ou cirurgia, e nas quais a hipnose pode ser um auxílio (tratamento adjuvante), e não tratamento isolado.
    Como exemplo, o que um não-médico afirmaria ser uma depressão pode, na verdade, mostrar-se uma anemia, ou hipotireoidismo, insuficiência renal ou supra-renal, hidrocefalia, doença degenerativa do sistema nervoso, neoplasias, infecções crônicas, intoxicações, diabetes ou ainda outras.
    Somente o médico pode fazer o diagnóstico e indicar qualquer tratamento.

    A Sessão de Hipnose


    A sessão de hipnose tem aproximadamente 1 hora de duração e costuma ser extremamente agradável para o paciente.
    Num primeiro momento, médico e paciente se conhecem e são definidos os objetivos paciente. O mesmo recebe informações sobre hipnose e pode resolver suas dúvidas. Dependendo da situação, procede-se a anamnese (entrevista médica) e eventualmente exame físico. O tratamento proposto pode ser hipnose ou hipnose associada a tratamento médico convencional. Freqüentemente o tempo ainda é suficiente para a demonstração de algum fenômeno hipnótico ou breve indução de transe, oferecendo ao paciente um primeiro contato com o conforto do transe hipnótico.
    As sessões subseqüentes objetivam o aprimoramento da habilidade do paciente de experimentar os diversos fenômenos da hipnose e a utilização do transe para buscar os resultados almejados.
    Via de regra, o tratamento é considerado completo quando são alcançados os objetivos definidos e coroado com o aprendizado da auto-hipnose.
    Naturalmente, cada indivíduo tem necessidades especiais e o tratamento é flexibilizado para as satisfazer.
    Alguns pacientes preferem comparecer sozinhos às sessões, enquanto outros necessitam de acompanhantes íntimos (pais, amigos, namorados) para desfrutar de uma experiência hipnótica proveitosa.
    A freqüência das sessões pode ser semanal ou qualquer outra conveniente a cada situação.
    O custo da sessão de hipnose corresponde ao valor de uma consulta médica praticado na localidade.
    Os benefícios são imediatos e crescentes.
    A duração do tratamento pode variar desde uma única sessão até muitas, mas já no início do tratamento o paciente pode avaliar seus progressos, suas expectativas e decidir se continuar aprendendo hipnose lhe será benéfico ou ajudará a alcançar suas metas.
    Os resultados do tratamento estão relacionados aos objetivos em si, à assiduidade do paciente e à capacidade individual de desenvolver os fenômenos hipnóticos em resposta aos exercícios propostos.
    As condições de postura do paciente que predispõe ao sucesso do treinamento são a vontade sincera de aprender e melhorar e uma atitude curiosa em relação à hipnose.

    Considerações Finais

    Em resumo ao acima exposto, pode-se afirmar que a Hipnose é um recurso de eficácia comprovada, regulamentado e incorporado à prática médica moderna. A exemplo do que acontece nos países de primeiro mundo, vem obtendo difusão rápida e despertando o interesse de um número cada vez maior de médicos de todas as especialidades. É apenas o início de uma mudança profunda na forma como a medicina é praticada atualmente.
    O objetivo desta publicação é esclarecer e informar.
    A hipnose é cercada de mitos e crenças errôneas, e muitas pessoas que poderiam se beneficiar com tais técnicas não têm acesso a esse conhecimento. Mesmo um contingente expressivo de colegas médicos ainda desconhece os efeitos e indicações da hipnose, deixando de oferecer aos seus pacientes uma oportunidade ímpar de melhora e desenvolvimento. Nenhum preconceito prevalecerá, porém, à luz dos resultados.

     

    Dr. Alcimar José Vidolin
    Médico/ CRM 16280 PR